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Minha escola tem tradição no infantil e fundamental, mas perde alunos no ensino médio

Ao enfrentar a desafiadora transição do Ensino Fundamental para o Médio, as escolas são confrontadas com uma preocupante perda de alunos. Para abordar essa questão, o professor Raphael Fracalossi oferece estratégias inovadoras, apoiadas pelos resultados concretos de seu pré-vestibular Olimpus.

Aulão - Olimpus - Vitória/ES


A transição do Ensino Fundamental para o Médio é um momento crucial na jornada educacional dos estudantes, como também um período desafiador para muitas escolas. Apesar de manter uma tradição sólida e bem-sucedida nessa etapa, muitas instituições enfrentam uma perda significativa de alunos na entrada para o Ensino Médio. Esse fenômeno, além de intrigar seus gestores, levanta questões importantes a respeito das políticas aplicadas para manter o mesmo nível de excelência que caracteriza os anos iniciais da educação.


Raphael Fracalossi, professor e idealizador do pré-vestibular de alta performance Olimpus, explora este assunto por meio de estratégias indispensáveis para garantir que a tradição de qualidade se estenda também ao Ensino Médio, comprovando que a excelência pode ser mantida em todos os níveis de ensino.



VEREDAS: Porque muitas escolas não conseguem reter os alunos do 9º ano para o médio?


Fracalossi: A questão me parece cultural. Mais do que um plano político pedagógico, a escola precisa de uma identidade que permita aos pais classificá-la rapidamente como uma instituição voltada para ensino bilíngue e currículo internacional ou de performance (isto é, preparação para vestibular) ou que tenha uma vertente mais aprofundada na formação técnica, enfim! A comunicação da escola deve contar qual é seu foco principal. Instituições generalistas e sem tal identidade estão fadadas, e se tratando de ensino médio, ao esquecimento e sequer se tornam opções.



VEREDAS: Qual o impacto na falta de aprovação em vestibulares para as famílias?

Fracalossi: Ainda hoje, uma das maiores preocupações dos pais é com o desempenho do aluno ao prestar o vestibular, sobretudo no que diz respeito às carreiras mais tradicionais como medicina e engenharias. Uma escola que não tem aprovações para exibir ou que valoriza excessivamente aprovações em cursos que não têm concorrência são encaradas como de baixa qualidade, ainda que todo investimento num bom ensino esteja presente. Não existe para uma escola propaganda melhor do que "aprovado em medicina", por exemplo.



VEREDAS: Qual o peso do sistema de ensino/material didático?

Fracalossi: Os sistemas de ensino têm três funções: a primeira é garantir uma boa exposição do conteúdo, conforme a BNCC, e facilitar o processo de aprendizagem. A segunda é criar uma cultura de performance e resultados em simulados na escola, desde o primeiro ano. Em terceiro, os sistemas de ensino, sobretudo os mais tradicionais, dão fé pública à escola e chancelam a qualidade do ensino ali prestado.



VEREDAS: Para a equipe docente é preciso uma capacitação diferenciada?

Fracalossi: Sem dúvidas! Mais que a capacidade técnica, é a mentalidade do professor que é capaz de conduzir a escola ao sucesso ou ao fracasso. Além de treinar o professor para que saiba como utilizar da melhor forma possível as várias ferramentas do sistema de ensino e toda rápida inovação pela qual passa o mercado de educação, é preciso lembrar que será papel do professor, no dia a dia, criar a cultura de performance na escola e direcionar os alunos rumo à competição final que é o vestibular. Neste sentido, a equipe precisa estar alinhada e com um discurso único. É preciso que o professor entenda que, nas escolas de sucesso, de certo modo, o pré-vestibular comece no primeiro ano.




VEREDAS: Como adaptar minha proposta pedagógica?

Fracalossi: Hoje em dia, há instituições cujo foco é o pré-vestibular que prestam serviços de assessoria que vão desde a implantação de sistemas de ensino e capacitação técnica dos profissionais até a gestão completa do ensino médio da escola. Em geral, estas instituições já possuem resultados de aprovações em vestibulares substanciais e reconhecidas. Então, dependendo do acordo firmado, ela realiza toda adequação do ensino médio para performance e, para acelerar o processo de matrícula, chega a ceder o uso da marca como "escola parceira" ou algo do gênero. Isto se torna uma forte propaganda pois embute na escola os resultados já conquistados através do método que está sendo implantado.


VEREDAS: Como a Olimpus tem ajudado escolas nesse sentido?

Fracalossi: A Olimpus é uma dessas empresas. Com resultados já consolidados, principalmente nos vestibulares de medicina e com aprovações nas maiores e melhores universidades do país, a Olimpus presta desde a assessoria até a gestão completa do Ensino Médio, além de, sobretudo, estabelecer um novo paradigma para escola, trabalhando a linguagem utilizada pelos professores e modificando completamente a cultura da escola. Nossa ideia central é transformar a escola naquilo que nos tornamos: uma potência regional e referência imediata para os pais no que diz respeito às aprovações em vestibulares e qualidade de ensino.



CONTATO: OLIMPUS










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